O telefone tocou. Eu fiquei mudo. A voz permanecia doce, inalterada e plástica. Quantos anos fazia? As estações começaram a se misturar rapidamente, o frio distante dominava. Como andar numa cidade fantasma. Eu tinha esquecido tudo aquilo, mas acho que ninguém nunca realmente esquece. Não, o passado nunca realmente passa. E eu lembro dos nomes, nomes que eu jurei nunca mais repetir. Lugares que eu jurei nunca mais retornar. Rostos que eu jurei nunca mais. O toque do telefone trouxe tudo de novo. O medo de morrer. Medo do pesadelo. Medo do amanhã. Medo do escuro. Medo do escuro. Eu tenho um medo constante que algo está sempre perto!
BOA SEXTA FEIRA RAPAZEADA \m/!!!!!

é o MOGLLE atrás de ti
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